quarta-feira, 25 de abril de 2012


Situação I : manipulando títeres
Um senhor de cabelos brancos entra em cena. O cenário improvisado é forrado de papelão e cortinas negras ao fundo. Ele abandona duas maletas de couro pretas no centro do palco e sai de cena. Sobre cada uma delas está escrito em letras cursivas brancas Calder.  Em seguida ele retorna à cena. Este senhor é Alexander Calder, em uma performance filmada por Jean Painlevé em 1955 (hoje disponível na Internet). Trata-se da obra “Le Grand Cirque”,  construída em 1927, nos anos em que o artista engenhoso viveu em Paris. O espetáculo continua. Das mãos alvas e reluzentes deste senhor de camisa preta arremangada, vemos surgir uma coleção de objetos manufaturados para serem manipulados. O repertório é extenso: são elefantes, picadeiros, palhaços, cavalos, bicicletas, equilibristas, trapezistas. Todos estes pequenos seres animados pelas mãos do artista são esculturas articuladas de arame sustentadas por sistemas mecânicos simples. Ao manipular seus personagens, Calder parece estar inteiro ali, divertindo-se com gestos ensaiados, que reforçam a ideia de controle sobre seu pequeno paraíso artificial.

terça-feira, 29 de novembro de 2011

Software para conjugação de verbos

http://www.verbix.com/webverbix/

português:
http://linguistica.insite.com.br/cgi-bin/conjugue


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Ed Ruscha e as influências de Walker Evans e Robert Frank

Ed Ruscha, do livro Twentysix Gasoline Stations, 1962: Denis Hopper, Los Angeles, 1961



Walker Evans, Truck and Sign, 1930

Duas das fortes Influências de Ed Ruscha foi Robert Frank e Walker Evans.
De acordo com Madalena Lello, tal afirmação foi publicada em primeira pessoa, em Março 2006, por ocasião da exposição no Jeu de paume - “Ed Ruscha - Photographe”, o artista, considerado um dos pioneiros da Pop Art, numa entrevista a um jornal respondia assim à questão sobre o seu interesse pela fotografia: “enquanto estudava tirei também um curso de fotografia onde tive consciência da importância de fotógrafos como Walker Evans e Robert Frank. Eles influenciaram-me muito, assim como Marcel Duchamp. Cresci no Oklahoma, que no imaginário das pessoas é uma terra perdida. Walker Evans “avait fait” Oklahoma, aliás como também Robert Frank…nunca me vi como fotógrafo, contudo sei que a fotografia teve uma influência indirecta na minha pintura”.

Ler mais: http://saisdeprata-e-pixels.blogspot.com/2008/09/de-regesso-walker-evans.html